Domingo, 27 de Outubro de 2013

“O homo sapiens surgiu há cerca de 200 mil anos, no período interglacial do Pleistoceno Médio. Houve a tendência entre os homo erectus de expansão craniana e do desenvolvimento da tecnologia na elaboração de ferramentas de pedra”,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_humana.

Para os espiritualistas foi então que os animais ficaram prontos para receber um espírito e se tornar uma alma. Em um dia muito especial neste planeta, uma mulher da raça homo erectus teve um filho diferente, com progressos físicos, temporais, e com uma mesclagem com seres de outro mundo, o céu. Logo nasceu uma menina com os mesmos traços e em pouco era uma tendência predominante. Casaram-se entre si e a raça sapiens multiplicou-se. Havia neles um impulso, o sentimento profundo de gerarem filhos. A Bíblia diz que o Criador de tudo inseriu este desejo neles, como uma ordem: “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a” (Gênesis 1:28). No livro Mitologia Grega, do professor Junito Souza Brandão, diz que os humanos atribuíam esse desejo de procriar a uma deusa. Representavam-na com os quadris largos, seios fartos e bastante gordura para gerar e alimentar a prole.

Mas por volta do ano dois mil a.C a deusa passou a ser vista de outra forma, uma em que a beleza se destacava mais do que a fertilidade. Ela ganhou o nome de Afrodite.

Diz o livro (p.234): “Inicia um grave conflito entre a nova Afrodite e a Grande Mãe. A rivalidade acontece porque homens e mulheres negligenciam a perpetuação da espécie pela busca do puro prazer. A contemplação pura da beleza contraria inteiramente o princípio representado por Afrodite em que ser bela era apenas o meio de atingir um fim, a fertilidade. A beleza, a sedução e o prazer outorgados por esta deusa são poderosas armas de que dispõe o mundo celestial para realizar a multiplicação da espécie”.

   

Mas os tempos são outros. O planeta já tem gente saíndo pelo ladrão. E por uma elaboração física as mulheres estão mais belas que nunca. Pelo conceito antigo estariam mais belas para incitarem a geração de mais filhos, mas se essa finalidade se esgotou, resta só o prazer de ter prazer?



publicado por joseadal às 23:29
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