Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

Enquanto ando de bicicleta costumo cumprimentar as pessoas na rua ou nos quintais.

 

No pedal de domingo, 17/11/2013, em Santa Rita do Zarur desejei bom dia para uma jovem, mas ela não respondeu e continuou com a cara fechada. Pensei, comigo: nem todo o homem esta a fim de dar uma cantada. Depois, já tendo subido até Ribeirão de São Joaquim e descido para Quatis, tomando um refresco com pastel, comentei com a atendente: este nome tatuado em seu braço, de quem é, do marido? Ela respondeu ligeiro: não, esse nome é do meu filho, só o amor de mãe e filho é eterno.

 

Muitas mulheres são criticadas por confiarem ou tentarem consertar homens complicados e viciados, como a mãe do menino Joaquim que deixava o filho aos cuidados de um drogado. Essa situação foi abordada na Mitologia Grega, no drama de Psiqué. Tentando ganhar seu marido ela aceitou passar por três provas imaginadas por sua sogra Afrodite. A primeira era para ser impossível de realizar: durante as horas da noite e da madrugada ela devia separar de um monte os grãos de feijão, arroz, lentilha e milho. Um professor em psicologia, explica: “Ela devia organizar a promiscuidade e a confusão de Eros, seu marido. Precisava usar capacidades inconscientes para peneirar e separar os costumes e princípios errados que sua sogra ensinou ao filho”. Na lenda ela foi ajudada por uma correição de formigas, que para o psicólogo Erich Neumann simboliza um conhecimento intuitivo que as mulheres herdam. Então, tendo dentro de si esta pulsão de organizar, mesmo com tantos exemplos maus as mulheres continuam tentando arrumar a cabeça de seus homens.

 

Em tempo, duas observações sobre esse pedal: O jovem e impetuoso Wesley estava todo ralado, quiz saber porquê? O velho tombo da bicicleta que esta no acostamento e tenta voltar a pista mais alta. Pode matar, se um carro estiver passando na hora. Então, quando a bike descer pra valeta ou estiver no acostamento faça três coisas: diminua a velocidade, veja se a pista está livre e fechando o ângulo quase na perpendicular entre firme na pista.     

Ando de bike há 10 anos, mas de cinco anos para cá as chuvas de verão viraram trombas d'água. Os meteorologistas falam de "zona de convergência do Atlântico sul", o que trocado em miúdos diz que a evaporação mais forte no Atlântico, na altura do Equador, leva muitas nuvens para a floresta Amazônica que, cada vez mais desmatada, deixa a maioria delas passar, encontrar a cordilheira dos Andes e vir beirando-a até desaguar no sudeste. Desaguar mesmo, chuva pra dedeu. A foto mostra o resultado de uma chuvarada desta há poucos dias na serrinha de N. Sra. do Amparo. Desbarrancou a estrada e levou pontes.  



publicado por joseadal às 18:22
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