Quarta-feira, 01 de Janeiro de 2014

“Olhando a multidão, Jesus sentiu pena das pessoas, pois eram como ovelhas sem pastor”.

Essas palavras iniciam um capítulo revelador no livro O Leão que Ruge ao Longo do Caminho (p.144). “Todos somos como ovelhas [assustadiços e tolos] e necessitamos de um pastor que nos conduza”.  

A exortação do papa Francisco, Evangelii Gaudium, diz logo no início (e chamou muito a atenção da mídia): “O grande risco do mundo atual, com a sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida”.  Assim, fica uma pessoa que é como ovelha, levada para qualquer lado que a toquem.

 

Mas o livro diz que podemos ser dois em um, isto é, ovelha e pastor: “O Senhor Jesus te pede para ser também um pastor. A mãe precisa pastorear os filhos e o marido. O marido deve pastorear os filhos e a esposa. O namorado pastorear a namorada e vice-versa. O aluno pastorear o professor e vice-versa. O trabalhador o seu supervisor e o contrário também é verdadeiro. Se você não se achar capaz de fazer algo, pelo menos reze pelos outros”.

Contudo, há sempre um perigo: “O diabo sempre pode te atacar e fechar tua boca e teus ouvidos impedindo-o de falar e de ajudar. Porém, todos nós nos encontramos em uma situação em que podemos proclamar Jesus como o único Salvador”.   



publicado por joseadal às 17:50
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