Terça-feira, 29 de Março de 2011

         Li sobre os monges de Cister no finalzinho do século 20 e cheguei a conclusão de que os seguidores de São Bernardo foram muito importantes no plano de Deus para a Igreja que Jesus instituiu.

         Era finalzinho do século 12 e os sacerdotes pregavam num ambiente hostil. A Europa não tinha mais um império, estava toda fracionada em centenas de reinos onde os povos pouco ou nada sabiam dos ensinos de Cristo. Os padres precisavam voltar ao trabalho de evangelizar.Procurei livros sobre esses cristãos.

         Encontrei um livro antigo, do escritor português Alexandre Herculano, O Monge de Cister, mas o romance nada acrescentou. Agora, no livro A Cruzada de Jerusalém encontro de novo os cistercienses. O padre Henri vê seu mosteiro ser ameaçado por uma rainha pagã.

         "E com isso estava decidido que os trabalhos no mosteiro de Varnhem iriam ser interrompidos até que a Igreja mostrasse seu poder e pudesse restabelecer a ordem. A Sagrada Igreja Romana não podia aceitar tal insulto e muito menos permitir-se a derrota na batalha que estava por vir. Causava um certo espanto ao padre Henri que essa pretensa rainha fosse tão ignorante a respeito disso".

         O tempo dos cristãos torturados ou escondidos em catacumbas havia passado há muito. Os séculos em que a Igreja dividia o poder com os imperadores também ficaram para trás. No ano 1200 os sacerdotes solitários em suas paróquias possuíam o apoio de uma hierarquia bem organizada e com uma capital temporal onde vivia o papa com seu exército. Assim, os monges de Cister eram mansos e estudiosos, mas ferozes quando ameaçados. O pensamento destes seguidores de Cristo é um assunto de estudo empolgante.

Quando visitei Portugal, estive neste catedral, em Batalha, mas na época não sabia da ligação dela com os Cistercienses



publicado por joseadal às 01:46
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