Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

Encontrei no livro Memórias de Adriano uma frase lapidar; devia ser o paradigma de todo indivíduo que alcança algum poder e certa fortuna:

Minha própria vida já não me preocupava; podia pensar agora no resto da humanidade”.

Pobre do miserável que mesmo conquistando esta situação persiste em pensar só em si mesmo e continua tomando e roubando dos outros.

 

Não damos o devido valor a paz enquanto não vivemos em completo perigo de morte. Mas podemos ver o alívio de poder ir e vir sem medo dos moradores do Santa Marta e do Complexo da Penha, no Rio. E o desenvolvimento da comunidade quando se soltam as amarras dos usurpadores é bom para todas as pessoas de bem.

Neste mesmo livro o imperador Élio Adriano descreve o refrigério dos povos em território de guerra quando ele, substituindo o tio Trajano, faz a paz com os sátrapas do Oriente Próximo.

“Poucos meses depois tive a alegria de ver formar-se de novo às margens do Orontes a fila das caravanas. Os oásis repovoavam-se de comerciantes que comentavam as notícias da paz ao clarão das fogueiras. Ao carregarem mercadorias para países desconhecidos levavam junto certos pensamentos e costumes nossos, que pouco a pouco se apoderarão do globo terrestre mais facilmente do que legiões em marcha. A circulação de idéias, tanto quanto o trânsito do ouro, são como ar vital nas artérias dos povos”. Né não?!  


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publicado por joseadal às 13:15
Pois é... O que falta em muitas pessoas é pensar no outro; é colocar-se no lugar do outro. É muito importante quando lidamos com as pessoas, tratarmo-las como se fôssemos elas próprias. Se a humanidade agisse assim, o mundo seria muito bom.
Sei que é difícil agirmos assim com todos, mas podemos tentar, não é mesmo?
vanice a 21 de Abril de 2011 às 14:37

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