Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

A monótona vida de repetições infindáveis, trabalho e casa, não pode ser encarada como fatalidade inamovível. Especialmente quando se lê esta tremenda aventura de Élio Adriano no segundo século de nossa era:

“Tinha ouvido falar das surpreendentes irisações da aurora sobre o mar Jônio contemplado do Etna. Decidi empreender a ascensão da montanha. Passamos da região das vinhas no sopé à das lavas, depois à da neve. Os sábios que me acompanharam subiram no corso de mulas. Um abrigo foi construído no alto para que pudéssemos esperar a aurora. Ela surgiu. Um imenso arco-íris desdobrou-se de um horizonte ao outro; estranhos fogos brilharam sobre o gelo do cimo. O espaço abriu-se diante de nosso olhar até a África visível. Foi um dos momentos culminantes de minha vida. Nada faltou neste espetáculo, nem as águias nem o escanção da imortalidade”.

Desde pequeno quando estudando geografia soube do pico da Bandeira sonhei em ir lá em cima do que já foi consederado o ponto mais alto do Brasil. Tanto desejei que acabei indo.

Isto é viver! É provar experiências novas e conhecer nossa pequena grande Terra. Não deixe para a proxima vida.



publicado por joseadal às 03:22
Você é mesmo muito corajoso e aventureiro. Mas é muito bom ser assim. Veja que até outrora as pessoas sonhavam como nós. Nós, os seres humanos, somos eternos sonhadores e admiradores das maravilhas de Deus. É muito bom estar num lugar onde podemos admirar o horizonte; o mar; as nuvens; as estrelas; o campo... enfim, onde podemos admirar a natureza. Ela foi feita por nós e para nós. Devemos aprender a curtir este espetáculo. Parabéns!
vanice a 28 de Abril de 2011 às 13:27

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