Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

Esta tela, que já foi completamente branca encheu-se de cor e ação vibrante pelo talento de Jacques-Luis David. Quando entrevistava o imperador para saber como queria ser retratado, o corso definiu sua filosofia de vida numa frase: “Pinte-me numa pose tranquila sobre um cavalo fogoso”.

O livro Grupos Criativos diz: “Entregando o corpo e alma ao vício do trabalho, produzindo muito mais do que o necessário, os proletários criaram os pressupostos para o consumo supérfluo e, em vez de exigir para si mesmos a vida ociosa dos ricos estenderam à burguesia a aberração de matar-se de tanto trabalhar e a si mesmos a de matar-se de tanto consumir”.

A razão da luta dos escravos e dos intelectuais esclarecidos pela libertação teve por finalidade a liberdade, o domínio sobre a própria vida, o direito de escolher fazer ou não fazer. Ainda precisamos de uma outra princesa Izabel, uma que nos libere para viver, que nos dê o domínio sobre o tempo - tempo que se escoa a cada instante - de nossas vidas. Napoleão conseguiu esta vitória, a maior entre todas as batalhas que lutou, a de não deixar o turbilhão da vida o engolfar. O seu cavalo podia estar irrequieto, seu reino podia estar em reviravolta, mas seu espírito estava tranquilo, seguro de si. É para isto que vivemos.



publicado por joseadal às 22:33
Segundo Confúcio, "quem ama o que faz, nunca trabalhará na vida." Deste modo, quem trabalha por amor não cai nesta escravidão ou neste vício. Trabalha com amor e prazer, por isso não sofre por trabalhar.
vanice a 27 de Maio de 2011 às 20:52

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