Quinta-feira, 14 de Junho de 2012

O assassinato do menino Jean e as barbaridades que ouvimos todos os dias não nos comovem mais. E vai piorar. O físico italiano Amedeo Avogadro (1776-1856) descobriu a explicação disso em 1850.

Estudando os gases descobriu que quanto mais comprimido mais quente fica e a razão é que as partículas, mais próximas umas das outras, ficavam mais aceleradas. O mesmo está acontecendo conosco: quanto mais apinhados vivemos mais trabalho temos de executar e mais rápido temos que realizar as coisas. Os choques são inevitáveis, os atritos ficam mais constantes.

- E não podemos fazer nada!

Engano, se me importo com minha espiritualidade e minha paz, com minha vida eterna, posso fugir, me afastar. Não precisamos ser uma partícula de gás cada vez mais apertada e esquentada.

Falando para os que tinham tempo de ouví-lo, aos judeus que - ele já sabia - seriam apertados pelo torno sem piedade do exército romano no ano 70 e.C, Jesus insistiu: "Quando estiverdes cercados, fujam para os montes". O que quer que seja o seu monte, a fuga para seu espaço vital será melhor para você do que continuar assim, estressado e sem tempo para o que tem real valor.


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publicado por joseadal às 18:14

Hermes Trimegistro é quase um livro de bolso, mas como tem
revelações, e como nos faz pensar! No Livro dos Mortos, rolos de papiro que eram
colocados nos sarcófagos, dentro das pirâmides, diz: “Ó alma cega, arma-te do
facho da luz da verdade para descobrires na noite terrena o caminho do teu
duplo luminoso, tua alma celeste”.

Diga, você nunca pensou um pouquinho em por que Deus nos criou e a este imenso universo?

Hermes, um sumo-sacerdote egípcio, um pontífice maximus, nos
conta o que os homens mais antigos perceberam: “Quando o Criador das coisas,
que com justiça chamamos DEUS , fez um ser sensível, o primeiro que tirou de si
mesmo, mas o segundo depois dele, e que lhe pareceu belo, pois estava cumulado
de toda bondade, amou-o como fruto de sua divindade. Então, o Deus todo
poderoso e bom, quis que existisse outros seres que pudessem contemplar aquele
que havia tirado de si mesmo
”.

Todos os livros sagrados fazem menção desta maravilhosa
criatura que por uma razão que não conseguimos perceber era o mesmo criador. Na
Bíblia, meio disfarçado entre as fantásticas obras da criação, aparecem essas
palavras: “Agora vamos fazer os seres humanos que serão como nós, que se
parecerão conosco”. O plural sobressai no texto como um grito.

Perto do fim do primeiro século da e.C o idoso apóstolo João
começa seu evangelho dizendo: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre
nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai."

O historiador Édouard Schuré que comentou Hermes fala da
época em que foi escrito: “Desde a época ariana, através do período sinistro que se
seguiu os tempos védicos até a conquista persa, durante um lapso de tempo
superior a cinco mil anos, o Egito foi como que a fortaleza das mais altas doutrinas”.

E esta foi uma dessas doutrinas: “O homem, da natureza do
espírito e da matéria, isto é, do eterno e do mortal, foi formado para admirar
e adorar o herói celeste”.

A carta cristã que consolou os hebreus cristãos lembrava-lhes
de que tinham o Filho de Deus para adorar: “A quem constituiu herdeiro de tudo,
por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a
expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do
seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados,
assentou-se à destra da majestade nas alturas; e todos os anjos de Deus o adorem”.

Se olhamos para as maravilhas desse mundo e gastamos toda
nossa vida para tê-las e servi-las, então não ouvimos a velha doutrina que
manda “adorar só aquele que tem o resplendor da glória de Deus”. Isto é religião e é saber viver.


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publicado por joseadal às 03:07
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