Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

Há coincidências formidáveis nas crenças dos homens, mesmo entre os que estão separados pelo tempo ou/e pelo espaço. Assim, que fabuloso é descobrir que na tradição judaico-cristã a figura do Filho de Deus é muito semelhante à relação de Zeus com Atená, sua filha. No livro Mitologia Grega, de Junito S Brandão, diz: “Atená, sem mãe, nasceu das meninges de Zeus. No canto V da Ilíada Ares, o deus da Guerra, afirma isso: Todos nós estamos revoltados contra ti. Todos os demais deuses te ouvem e te são submissos. A ela, a filha que geraste de ti mesmo, todavia, jamais diriges uma palavra de censura. Tudo lhe facilitas, porque sozinho deste à luz a esta filha”.

A tradição judaica do Filho de Deus começa com essas palavras da Bíblia (Gênesis 1:26): “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Deus estava com alguém. Na tradição cristã, João escreveu em seu evangelho (1:1): “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Sobre unigênito a teologia explica: “O Cristo não se tornou, mas necessariamente é o Filho. Ele, uma Pessoa, possui os atributos da deidade pura. Isto torna necessária a eternidade, o ser absoluto; sobre este aspecto Ele não é `depois´ do Pai”.

Nem Atená nem o Prometido foram criados, saíram de Zeus e de Deus. É um mistério que surgiu em culturas diferentes e são arquétipos, tipos simbólicos muito superiores.  



publicado por joseadal às 23:58
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