Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Diga-me, que diferença há entre ouvir dizer e realmente viver uma experiência? O que acrescenta a vida? Que bem pode advir àquele que souber da beleza que lhe aguarda lá fora? Sim, porque tem que sair de casa. É preciso fazer algum esforço para sentir no corpo as belezas que nosso planeta tem.

Digo isto, porque acabo de ler o que Élio Andriano viveu no ano 135 d.C, um século e pouco depois que o instrutor Jesus foi morto. 

"Fui sacrificar, como antigamente, no alto do monte Cássio. A subida realizou-se à noite e levei comigo alguns amigos de passo firme. Meu objetivo não era só cumprir um ritual propiciatório mas rever lá de cima o fenômeno da aurora que de outra vez contemplei sem conseguir conter um grito de alegria. Na altura do cimo o sol fez reluzir os ornatos do templo e os rostos iluminados sorriam, enquanto as planícies da Ásia ainda estavam mergulhadas nas sombras".

Uma vez, quase assisti algo assim. Quando, no primeiro dia, saimos de bicicleta de Carangola para chegar a serra do Caparaó, nosso anseio também era ver o nascer do sol lá no alto do mundo, no Pico da Bandeira, mas só conseguimos subir de manhãzinha, vendo o chão onde vivem os humanos lá embaixo coberto de nuvens. Ficou para outra vez.

Porém, que bem nos fez passar por esta experiência? Nos tirou o orgulho, nos deu mais tolerância com o próximo, sim nos tornou melhores?



publicado por joseadal às 01:05
E espero que não demore para estarmos juntos novamente, por aqueles caminhos de Minas e Espirito Santo e contemplar lá de cima, as maravilhas de nosso planeta.
João Bosco a 14 de Julho de 2011 às 01:57

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