Sábado, 13 de Agosto de 2011
Recebo a miúdo um jornal vilrtual, o Boletim do Conhecimento, neste número veio um editorial sobre raiva e postei um comentário para o jornalista José Renato Santiago que trascrevo pra você.
 
Estimado Renato (que precisa vir a Volta Redonda pra gente vadiar um pouco):
 
Muito preocupados com episódios de raiva, eu e Lili decidimos estudar o assunto e lemos juntos, comentando, o livro Inteligência Emocional. Nele se desenvolve a teoria de que na amigdala celebral temos uma memória emotiva que relaciona impressões dos sentidos: cheiros, barulho, imagens, gostos e outros, com situações de estresse. Diz ali que o pior é que cada vez que a repetição de um fato nos causa raiva esta memória fica mais reativa, quer dizer, o racional tem, a cada epísódio de raiva, menos capacidade de se controlar. Então, o que você disse: "Exatamente diante este tipo de situação, que muitos, equivocadamente, sinalizam, que explicitá-la é uma forma de descarregar energia negativa e não se “corroer” internamente". Pois é, "descarregar" não é bom. Primeiro porque aborrece os outros, depois, porque nos diminui, e terceiro porque nos predispõe mais facilmente para outra crise. O conceito espiritualista - o de que somos um ser espiriltual vivendo na matéria - é criticado por alguns como uma facilitação de Deus: não fazendo nesta vida fica pra outra. Mas o espírita diz que: faça errado nesta vida e ficará mais difícil não repetir o erro na outra. Então, tem que se vigiar a raiva o tempo todo. Descobrir o que dispara o gatilho da ira também é muito importante.
E como você bem termina teu artigo: "Ter Raiva dá Ruga.... e pronto".
 
 
Um abraço do Joséadal

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publicado por joseadal às 13:34
Esse livro de SAmuel Galeman foi muito comentado na época, tornando-se inclusive uma meta empresarial, pois passou a se dar mais crédito a uma candidato com alta inteligência emocional, e desprezar um pouco o alto QI.
Na verdade, foi colocado que pessoas muito inteligentes não se destacam na vida, pois acabam optando pela simplicidade e levam uma vida na obscuridade.
Um dia, falando com um homem muito quieto numa feirinha, desvendei nele um homem de alto intelecto, porém é daquele tipo que vc tem que garimpar. Um grande aprendizado foi que ele disse: "o homem aprendeu tudo com os animais, só uma coisa ele não aprende, o dom do mimetismo"...significa que somos o que ostentamos e...ostentar só nos trás malefícios, pois seremos presas fáceis de nossos predadores.
Márcia costa a 14 de Agosto de 2011 às 13:13

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