Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

"A Ciência e a Religião perderam seu dom supremo, a educação da consciência
humana. Está perdida a forma de educar almas e só será redescoberta quando
ambas repensadas e refundidas tornarem-se uma única força viva. Convergindo
sublimarão a tarefa de magnificar a Humanidade”, Édouard Schuré, no livro Os
Grandes Iniciados.

Quando Moisés era príncipe e general no Egito o estudo nos santuários envolvia todas
as artes (muito parecido com o que se fazia nos monastérios católicos por volta
do ano 1000 e.C):

“A doutrina de salvação incluía o conhecimento de teologia, filosofia, astrologia, alquimia
e magia. Esses estudos eram incentivados por entenderem que o conhecimento da
totalidade cria plenitude na comunicação com o divino”.

Hoje se pode perguntar como o estudo da magia e da alquimia podia aproximar os crentes
de Deus, mas Schuré dá uma pista:

“Essa arte, porém, não se propõe à fabricação do ouro apenas no crisol, como metal
precioso, mas principalmente no homem, que livre da borra, da escória moral,
torna-se capaz de emergir brilhante para a luz desentranhando no ser o ouro que
nele se contém”.

 

Os estudos iniciáticos era a união da ciência com a adoração, a religião. O objetivo é de um valor inestimável,
sem comparação e primordial para que eu e você, tão ignorantes, alheios a
maior parte da forma como tudo foi criado cheguemos a alcançar isso que é
preconizado no livro Corpus Hermético:

“O destino da alma imortal é unir-se a Deus e contemplá-lo eternamente”.  

- Parece entediante ficar contemplando Deus por toda eternidade.

Homem tolo. No mundo material, um microcosmo de tudo que realmente há, esquecemos que Deus é o formador de um universo de 13 bilhões de anos-luz e com tudo que há nele. Só a eternidade para se conhcer direito quem ELE é.   



publicado por joseadal às 19:08
mais sobre mim
Fevereiro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
16
18

19
20

26
27
28
29


pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

blogs SAPO