Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Aristóteles, é claro que você já ouviu falar dele, faz parte de nossa cultura. Ouvimos sobre ele na escola, lá estava o nome dele em um trecho do livro que lemos pela metade ou no filme que teria ficado melhor se tivesse mais ação. Mas o que pensava Aristóteles? Por exemplo, sobre as profissões. "Todos buscam explorar ao máximo a arte que abraçaram, seja o estrategista, o médico ou outro qualquer. Mas quando fazem de suas habilidades meios para enriquecer toda energia deles é gasta na busca de riquezas e como seus gozos consistem em excessos fazem de tudo para que a este fim convirjam suas habilidades".

Mas alguém que investiu tanto tempo, esforço e dinheiro em sua profissão, especialmente hoje que a maioria estuda em universidades particulares muito caras, não é moralmente certo cobrar bem pelo que faz? E se a vida confortável exige cada vez mais dinheiro não é certo conseguí-lo no que se faz?

De novo Aristóteles: "A causa deste estado mental é que eles se preocupam em viver bem, mas não existir para fazer o bem, e como o desejo deles expande-se ao infinito, também é infinita a cobiça por meios para satisfazê-los".

O filósofo Domenico diz em Criatividade: "A felicidade era o objetivo primário dos estudos dos filósofos gregos. Tinham a convicção de que a essência da felicidade não consiste em acrescentar coisas às inutilidades das que já temos. Para eles a coragem de um profissional era medida pela maneira que constantemente se enriquecia através do estudo que acrescentasse significado a sua vida".



publicado por joseadal às 22:08
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