Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Estranho como em dois livros tão diversos leio considerações complementares sobre um casamento
em crise. Esta noite li no livro O Mapa da Alma: "Quem possuísse o senso
de humor suficiente para escutar o diálogo de um casal em crise ficaria
espantadíssimo com a enxurrada de banalidades e insultos. Quando um homem
junta-se a uma mulher sua anima desabrocha tornando-o mais suscetível e
emotivo. Na mulher convivendo com um homem seu animus a torna agressiva e
opiniosa. Não é um quadro bonito de se ver”.

- Isso tudo estou cansado de saber, Zé!

A informação nova está aqui: “Qando o calor desse conflito esmorece eles podem
verificar que foram ditas coisas importantes para o casal. Podem dar-se conta
de que ocorreu algum evento transcendente. A consciência trabalhando acima do
nível da emotividade faz o indivíduo ter insights e empatia”.

   

Depois, pela manhã li em Comunhão o comentário de uma esposa que vive um momento
difícil com o marido: "Conheço meu papel e é bem cansativo. Eu sou aquela
que responde emocionalmente, a que sente. Meu marido não sente as coisas mais
óbvias. Não escolhemos nossos papéis, acho que eles são inevitáveis. Percebi
também que o papel que cada um representa tem muito a ver com a função exercida
pela pessoa com quem se vive".

E o marido reconhece: "Ela tinha sido programada de algum modo para estar
pronta a me ajudar, depois do que passei, para eu me adaptar a vida
normal".

Não se aproveita desses benefícios da vida em comum se não persistimos no laço
matrimonial.



publicado por joseadal às 00:49
mais sobre mim
Abril 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
11
12
14

15
16
17
18
19
21

22
23
25
26
27



pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

blogs SAPO