Domingo, 06 de Maio de 2012

Quando um homem de bem fala é bom que suas palavras sejam
guardadas como, se fosse possível, aprisionar numa garrafa o ar puro em uma serra.

Assim enchi meu coração com estas palavras de João Paulo II no livro Não Tenham Medo:

“Ao longo dessa via que foi a minha, penetrei-me da
importância primordial da oração contemplativa”.

Esta é uma forma de comunicação com o Magnífico Arquiteto do
Universo que não suplica nem agradece, mas reflete sobre a profunda relação entre um
Ser Imenso e nós tão pequenos. E mesmo assim, miúdos, com uma imagem dEle em nós.
Continue ouvindo-o:

“Ninguém ignora que o dia do padre é litúrgico [designa os
ofícios religiosos realizados pelos sacerdotes durante o dia] e o trabalho
ocupa muito tempo, mas todas nossas atividades devem enraizar-se na oração como um
chão espiritual. A espessura dessa gleba não deve ser muito delgada nem muito grossa.

A experiência deve nos ensinar a discernir quanto de oração nos é suficiente”.

O papa falou no tempo, o fluídico fenômeno que faz nossa vida se escoar

e nós fazendo nada ou muito pouco pelo que realmente vale, a vida espiritual.

Agora, neste trecho, pense um pouco. 

“Um antigo princípio da Igreja diz: transmita aos outros os
frutos de tua oração. O pregador ou servidor da Palavra só tem direito de
comunicar o que é contemplata, pensamentos passados pela oração”.

[esta embauba sobrevive nesta beira de barranco; não parece que ela está orando?]

Experimente desse jeito: uma prece que firme todo o trabalho
de nosso dia na nossa relação com o Pai de tudo e todos. 


tags:

publicado por joseadal às 23:17
mais sobre mim
Maio 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
12

13
15
16
17
19

20
21
22
23
24
25

27
29
30
31


pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

blogs SAPO