Terça-feira, 26 de Junho de 2012

Ocultismo, Magia e Mistério, livro de Woodrow Silva fala de riquezas da nossa cultura indígena:

“O Nheengatu era o idioma sagrado dos Tupy-nambá.  Em sua morfologia, em seus fonemas, no seu
estilo metafórico, revela claramente, ter sido uma língua raiz, polida,
trabalhada através de milênios. Foi tão bem trabalhada essa língua
polissilábica, que se presta às mais elevadas variações. Dela derivaram diversos idiomas, também considerados antiquíssimos”.

Aqui, em Volta Redonda, temos um estudioso da cultura
indígena, o ex-vereador Caraíba (em Tupi é o mesmo que pajé ou sacerdote).
Conversando com ele, certo dia, lembrou-me que os gregos usavam a mesma palavra
ITA (pedra) que nossos Tupinambás. Não é por acaso.

“Os tupy-nambá, era um povo monoteísta. Acreditavam e
adoravam a um Deus-Supremo sobre todas as coisas, a quem chamavam com muita
veneração de TUPAN”.

Como uma língua de milhares de anos suas palavras eram onomatopeicas.
Imitavam-se sons da natureza. “Assim, TUPAN ou TUPÃ vem de dois fonemas: TU, um
estrondo, e PAN, o ruído feito por alguém que bate, que malha o ferro. TUPAN
era, portanto, Aquele que manipula a natureza ou os elementos. É o divino
Ferreiro que bate incessantemente na Bigorna Cósmica. Era considerado, sem
dúvida alguma, o Supremo Poder Criador”.

Não por acaso, em 1948, os físicos entenderam que toda a matéria
surgiu de uma grande estrondo que chamaram de BIG-BANG, mas poderiam ter
designado de TU-PAN, como fizeram os antigos habitantes do Brasil. 


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publicado por joseadal às 00:51
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