Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Olha que declaração incrível: "Napoleão gastou mais ou menos o mesmo tempo de Júlio César para ir do Rubicão ao Sena" (do livro Criatividade, de Domenico Massi). Não houve nenhum progresso importante nos transportes em 19 séculos.

"A onda histórica neolítica foi mais breve que a paleolítica e esta mais curta que a pré-história. Cada nova etapa do progresso humano é ligada à descoberta de uma nova fonte energética".  Foi isso, de César a Napoleão não houve nenhuma descoberta de uma energia nova, mas logo depois elas foram surgindo a cada cinqüenta anos e depois a cada dez e aí tudo progrediu fenomenalmente.

Não pense que acabou o estoque de novas fontes de energia e as futuras gerações vão dizer que nós, tão dependentes do petróleo e do motor a explosão, estavamos muito atrasados. Mas para encarar todas as mudanças que virão é preciso a compreensão que li no livro Ramatis e a Nova Jerusalém:

"RAMATIS - Enquanto possuirdes uma visão fracionada de vosso ser, não conseguireis vos programar com segurança, pois ainda não sereis capazes de definir o centro gravitacional único sobre o qual tudo o mais precisa girar.

PERGUNTA - A que centro gravitacional vos referis?

RAMATIS - Ao vosso espírito imortal".

Muitos profetas e visionários disseram que quando o ser humano passar esta barreira, a consciência de que é primeiro de tudo um espírito, então a evolução de nossa raça será astronômica.



publicado por joseadal às 08:10
Realmente a evolução tecnológica é assustadora. Os ciclos de de renovação são cada vez mais curtos. Como consequencia, temos uma falsa sensação de necessidade, compramos muitas coisas que não precisamos, nos endividando.
Desde que a acumulação de riquezas separou os homens por classe sociais, a verdadeira visão de existência ficou de lado. A grande maioria da sociedade lhe ve pelo que tem, e não pelo que é. Costumo falar para meus companheiros de trabalho, que se me roubarem na esquina e me despirem por inteiro, ainda assim serei eu mesmo.
Portanto, essa necessidade de distinção, aliado ao apelo pelo consumismo, e o custo para mantê-lo, nos torna escravos de nossa imagem.
A evolução existe, esta aí, porém precisamos educar melhor nossos jovens, resgatar a unidade familiar perdida, preservar os amigos e valorizar o ser humano.
Essa é apenas minha mera opinião, um desabafo.
Mario Filho a 17 de Fevereiro de 2011 às 23:22

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