Terça-feira, 11 de Setembro de 2012

Ainda não havia lido os jornais quando o amigo Abrão falou do bárbaro crime na Baixada. O Globo disse: “Os rapazes eram amigos de infância, moravam na mesma rua, em Nilópolis. No sábado, eles foram juntos ao Parque Natural de Gericinó tomar banho numa cachoeira e não voltaram mais pra casa”. (os meninos tomavam banho em um remanso deste córrego na serra do Vulcão, em Nova Iguaçu)

Como é a mente louca de um assassino assim? Ainda hoje, lendo a Bíblia com Lili, esta passagem no livro Sabedoria (2:10-14) se coloca por dentro da cabeça de um ímpio: “Tiranizemos o justo na sua pobreza, não poupemos a viúva, e não tenhamos consideração com os cabelos brancos do ancião! Que nossa força seja o critério do direito, porque o fraco, em verdade, não serve para nada. Cerquemos o justo, porque ele nos incomoda; é contrário às nossas ações; ele nos censura por violar a lei e nos acusa de contrariar as normas de educação. Ele se gaba de conhecer a Deus, e sua existência é uma censura às nossas ideias; basta sua vista para nos importunar”.

A completa falta de piedade e a selvageria de homens primitivos fica exacerbada só pela presença entre eles de uma pessoa que não age ou pensa no mal. “Só em vê-lo já fico importunado”.

O amigo Dunga me emprestou o livro A Hierarquia da Luz que diz: “Agora vamos explicar a razão do mal existir. O fato de termos vivido mais de 5 mil anos nas garras de deuses demoníacos mostrou que somos capazes de suportar muito sofrimento. Tivemos um paraíso perfeito e o perdemos e com ele nosso bem mais precioso, a sabedoria. Muito tem a ver com nosso planeta, com a vibração da Terra. Nada mais jsuto que evoluirmos junto com nossa morada. Temos que evoluir por nossos próprios méritos”.

- Mas José, e o mal, por que existe monstros humanos?

“Tanto o mal quanto o bem estão diante de nossos olhos. Aquele que se deixa levar pelo ódio ou pela vingança enxerga o mal como solução para tudo. Outra pessoa passando pela mesma situação pensará que o que está sofrendo é um aprendizado e irá usar a benevolência e o perdão. Nossa evolução ou queda depende totalmente de como encaramos o mal que nos fazem e de nossa reação. Somos todos instrumentos para construir ou destruir destinos, nosso e dos outros”.

O mal está em torno de mim e de você, ou o aceitamos e o usamos como instrumento ou utilizamos as ferramentas da luz. O livro conclui este assunto nos exortando: “Por isto eu vos advirto. Se tiverem algo para fazer que façam agora. Colaborem com os outros seres, ajudem, gostem com amor, parem de se esconder sob a capa de um ermitão. Não tenham vergonha de ensinar o que sabem aos que tem fome de aprender”.    


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publicado por joseadal às 23:18
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