Sábado, 12 de Janeiro de 2013

No livro Mitologia Grega chega-se a um mistério, a predestinação.

A Igreja Católica ensina, segundo o site

http://www.universocatolico.com.br/index.php?/a-doutrina-da-predestinacao.html

que: “A decisão da Predestinação, como um ato de vontade e de conhecimento divino, é em essência imutável. O número daqueles que estão registrados no livro da vida (Fl 4,3; Ap 17,8; cf. Lc 10,20) está formalmente e materialmente fixado, isto é, Deus sabe e determina com certeza infalível antecipadamente como e quais os homens que serão salvos”. Isso se baseia na Onisciência de Deus.

São Tomaz de Aquino explicava de outra forma: “Deus livremente determina por toda a eternidade, independente dos méritos da graça do homem, chamar certos homens à bem-aventurança e consequentemente concede a eles graça que os guiará infalivelmente à correta execução do Decreto Divino”. Isto é Onipotência divina.

Na mitologia a palavra grega para destino é moira que significa obter por sorte, quinhão, o que me coube. Não podia ser modificado: “Em tese é fixo, não podendo ser alterado nem pelos próprios deuses. Numa batalha um guerreiro se vê frente a frente com Aquiles e diz: 'A moira me entregou em tuas mãos, Zeus me entregou a ti'. Nessa passagem a vontade do deus se mistura ao designo do destino. Mas nessa outra a esposa de Zeus, Hera, o confronta sobre um herói: 'Este homem está há muito tempo marcado pela moira e queres livrá-lo da morte? Podes faze-lo, mas nós, os outros deuses, não te aprovamos'. O que se pode concluir é que, por vezes, Zeus se transforma em executor das decisões da moira”.

No conceito espiritualista o destino é o resultado da execução de uma lei universal, que o próprio Deus não pode quebrar: a lei do retorno, o que se faz nos torna responsável.   

 

 



publicado por joseadal às 00:35
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