Terça-feira, 07 de Maio de 2013

Estou chegando ao fim do livro Não Tenham Medo, mas reluto em termina-lo tanta coisa boa aprendi nele. No penúltimo capítulo, O Mundo, João Paulo II disse com toda a informação e perspicácia que dominava (p.253): “A religião parece duvidar de si própria, a ciência igualmente e as ideologias se degradaram reduzidas a casos policiais”.

No longo capítulo anterior, A Igreja, ele insiste (p.248): “Hoje tantos cristãos, e não só os mornos, interdigam-se de proclamar a sua fé, temerosos de ser tachados de proselitistas. A Igreja de nosso tempo deve estar consciente de que seu dever fundamental em face da humanidade e do mundo é a evangelização”.

Mas em nosso mundo “sabe tudo” ainda é preciso que lhe ensine?

“O homem se fechou acreditando unicamente no humanismo. Agora não crê em mais nada e não espera nenhuma ‘luz’ ou compaixão de ‘alguém’ espiritual (p.254). Por isso, a verdade deve ser proclamada ‘a tempo e no contratempo’, menos porque o homem teria perdido a fé no progresso, na ciência e no humanismo, e mais porque há a necessidade de ajudá-lo, precisamente, a não perder essa fé no humanismo, na ciência e no progresso (p.256)”.

Você que ainda tem fé de que existe um mundo além desse universo de matéria, não fique de boca fechada pensando que os estudiosos sabem tudo: “Os homens, criaturas racionais, sempre deram prova de inaptidão para regrar racionalmente a sua vida. Como Paulo escreveu ao Romanos: ‘Porque não faço o que quero [ou é melhor pra mim], mas o que detesto’”

.

É só olhar em volta. Não dá pra ver como a humanidade está dilacerada?



publicado por joseadal às 00:45
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