Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Os livros e os segredos guardados dentro de suas capas parecem, às vezes, labirintos onde se entra por um caminho e ali na frente surgem dois outros, um à esquerda outro à direita e, se por uma escolha fortuita ou algo encomendado especificamente pra nós, para aquele momento de nossa vida, adentramos por um deles, encontramos um abundante tesouro.

Foi o que me aconteceu lendo A História que não é Contada, quando deparei com Luca Pacioli e sua A Divina Proporção. Procurei na internet para baixar, mas só encontrei comentários de professores de matemática sobre ele, então fiz o download da reflexão elaborada por H. E. Huntley, e me encantei com este trecho:

                      

Mas sejamos frios e calculistas e adotemos esta atitude do professor:

Citando Platão, que diz ter ouvido de Sócrates, escreve que a beleza é vista por nossos olhos e percebida por nossa mente quando estamos com o espírito voltado para descobri-la, não antes, e nunca quando ainda estamos naquela luta inglória de nos realizarmos neste mundo constantemente mutante feito de matéria.

 

(não sei se você consegue ver alguma beleza nesta foto do Rafael se aquecendo na beira do fogão de lenha da mãe, lá no alto da serra da Bocaina, numa tarde fria, não muito longe de onde nasce o rio Paraíba do Sul)

Veja por onde as páginas dos livros nos levam?! São como amigos que nos vendo frágeis mas buscadores nos conduzem pela mão.



publicado por joseadal às 12:47
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