Domingo, 07 de Julho de 2013

O padre e professor José A de Laburu, fazendo uma conferência para uma plateia pouco religiosa acumulava uma informação sobre outra para convencê-los de que Jesus Cristo é Deus.

Sim, o jesuíta José Antonio insistia, ele não foi um grande mestre e instrutor, mas o próprio Deus andando entre nós. Ele avisou ao público: “Densíssimas são as névoas afetivas diante das cintilações da pessoa de Jesus Cristo. Em torno dessa luz colocou-se tudo quanto de ódio e de paixão existe no mundo”. Mentes se fecham a razão e a transcendência.

(ela quieta, ali, há 200 anos, eu irrequieto há 70 anos)

Daí, Laburu começa a citar grandes estudiosos, cientista na área da Psicologia, História e Sociologia: “Hernest Renan, professor de Filologia no Collegè de France, que se reconhecia um racionalista radical que jamais deixou o ceticismo invadir suas certezas nem seus conceitos anti-clericais e anti-católicos, disse: ‘Jesus foi a santidade consumada e seus ensinamentos eram os mais práticos e belos que a humanidade recebeu. Em seu Sermão da Montanha ele mostra mais que qualquer outro homem o amor pelo povo, a afeição pela pobreza e a reabilitação de tudo quanto é humilde; cada um de nós é devedor dele do que tiver em si de melhor’”.

Citou um grande Teólogo e professor de História, Adolf von Harnack: “A força da pregação de Jesus era ser tão simples e tão rica; jamais chegamos ao fundo de suas sentenças e parábolas;e foi Jesus que trouxe a luz pela primeira vez o valor de cada alma humana”.

O professor mencionou outros e mais outros e podia fazer sua exposição baseada na visão de homens que haviam estudado Platão, Aristóteles, Julio César, Confúcio, Maomé e tantos instrutores de vulto na história humana e afirmavam que Jesus foi o maior de todos. Mas Laburu queria ir mais longe e disse: “Foi esse homem formidável que disse: Eu e o Pai somos um”. Palavras tiradas dessa passagem (João 10) : “Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão. Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. Eu e o Pai somos um.  Os judeus pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar”.

Então o padre Laburu disse: “Jesus Cristo, senhores, se não foi Deus, como afirmava, foi um louco ou um impostor. Mas se a ciencia racionalista afirma que ele foi a pessoa de moral mais pura e levada, e de retidão plena de luz e verdade, como podia ser um louco e um impostor?” 

Se os que em estudos comparados testemunham que Jesus foi o mais nobre homem, então quando afirmava que Ele e o Pai eram Um, estava atestando a mais pura realidade.



publicado por joseadal às 19:35
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