Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

No século 14 a.C surgiu um novo deus na Grécia. Para um jovem de hoje, como minha neta que diz não crer em Deus, falar no aparecimento de um novo deus deve ser estranhíssimo. Crer em um já é difícil! Dionísio era protetor das plantas cultivadas, especialmente das parreiras.

 

Sua adoração era cíclica, acontecendo especialmente na época da vindima e da produção de uma nova safra de vinho. Mas a história desse deus, de como ele nasceu e que era contada pelos pais aos filhos, é que surpreende. O livro Mitologia Grega, conta:

“Zeus, o pai dos deuses fica encantado com uma jovem mulher e a engravida. Quando a criança está para nascer, Zeus o toma do ventre da jovem coloca-o dentro de sua coxa e acaba de gera-lo. No mito grego a união de deuses com mulheres gera normalmente um varão dotado de qualidades extraordinárias, mas ainda assim partícipe da natureza humana, donde um mero mortal. Mas completada a gestação na coxa divina, Dionísio será da mesma substância do pai, donde imortal”.

Foi nesse mesmo século antes de Cristo que o homem Abraão foi persuadido pelo Deus Único que adorava a deixar Ur dos Caldeus, cidade politeísta. Algum tempo depois o Deus Eterno lhe fez esta proposta (Gênesis 22:17-18) : “Deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra”. Por outras revelações Deus explicou que este descendente seria Seu Filho com uma virgem, seria homem, mas depois de sacrificado ressurgiria como Deus.

São bem estranhas as similitudes entre crenças de diversos povos.


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publicado por joseadal às 12:21
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