Domingo, 22 de Junho de 2014

“Uma incompreensão fundamental da estrutura mental de Jesus”.

Esta frase foi recortada da p. 111 do livro A Religião de Jesus, o Judeu. O professor de Teologia Geza Vermes discute a maneira de ensinar de Jesus usando parábolas. Ele cita um comentário de outro estudioso, Eduard Schweizer, que descobriu na Parábola do Filho Pródigo um propósito que nunca me ocorreu: “Com uma segurança que deve ter impressionado seus ouvintes, Jesus descreve o comportamento absolutamente inesperado por parte do pai de um filho delinquente. Quem, a não ser Jesus, teria autoridade para proclamar com que honra Deus recebe um pecador que é restituído a Sua companhia? Deveria ser evidente para todos – especialmente aqueles que o pregaram na cruz porque encontraram 'blasfêmias' em sua pregação – que deviam substituir a crença num Deus de ira pela noção de Sua paternidade e bondade”.

  

Não era para ser, o final da história já estava escrito há muito tempo, mas era para os sacerdotes e escribas, se achavam que Jesus era um pecador, em vez de tomar as dores de um Deus repressor e o matado, deviam sim, abraça-lo tentando trazê-lo à doutrina que acreditavam ser a certa. Mas não entenderam a parábola, não perceberam a moral da historinha que Jesus contou e o mataram cheios de ódio. Pensando que o Criador de tudo queria que fosse assim. Não entenderam a ‘atitude mental’ de Jesus que é a mesma de quem fez todo esse Universo de matéria. Foi o que aprendi.      



publicado por joseadal às 02:21
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