Terça-feira, 13 de Maio de 2014

“O imperador Cláudio fez expulsar de Roma uns judeus que causavam tumulto por causa de um tal Cresto” – Suetônio, em A Vida dos Doze Césares, livro escrito por volta de 120 d.C. O livro Paradoxo da Serpente, diz (p. 23): “Trata-se de uma das escassas referências sobre Cristo ou o Cristianismo em fontes clássicas dos dois primeiros séculos da Era Cristã. A passagem concorda com o relato dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia, quinto livro do Novo Testamento, que diz (cap 18 vers 1, 2): “Depois disto partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto. Achou um judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), juntou-se a eles, e, como era do mesmo ofício de fazer tendas, ficou com eles, e trabalhava”.

- Zé, só tem esse pedacinho falando de Jesus? E ainda escreve errado o título de Nosso Senhor!

Nós cristãos de pouca fé, sofremos do mesmo dilema dos judeus: Se Jesus foi o Messias a tanto tempo esperado, não só pelos judeus mas por todas nações, por que não se falava dele em todos os livros daquela época? A parte cristã ainda entende que o Cristo veio para ser sacrificado, e os judeus que esperam-nO chegar como o grande rei que os levará a liderança mundial?!

Um artista colocou numa pintura triste esta indagação atroz: porque, fora uns poucos discípulos, o mundo não parou todo para ver Deus Logus andando entre nós? Foi Pieter Brueghel (1520-1569), o livro Mestres da Pintura diz: "Uma grande tensão envolve a pintura de Brueghel. Sua obra apresenta um homem interiormente violentado - ora temeroso do divino, ora indiferente". No quadro A Procissão ao Calvário

mostra que enquanto Jesus estava sendo crucificado, o mundo todo continuou cuidando de suas vidas sem se dar conta do momento supremo que acontecia. Estávendo o crucificado lá no centro da ação?

 

Mas como estar presente ou perceber o valor de um acontecimento vital? No Apocalipse tem uma aviso assim: "Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas". Difícil, não é? a gente pode estar sempre atento e no exato instante ficamos distraídos e somos "pegos com as calças nas mãos". Terrível. 

 



publicado por joseadal às 00:09
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