Sexta-feira, 05 de Setembro de 2014

Estou lendo o livro, Zelota, de Reza Aslan. Os zelotas foram judeus profundamente ressentidos com o domínio de Roma sobre sua terra; outros deles foram estudiosos independentes da Bíblia.  

Logo no começo desse livro, em Nota do Autor, ele fala de três espécies de fé na Bíblia (p.13): “Primeiro há a crença incondicional de que cada palavra da Bíblia é inspirada por Deus e verdadeira, literal e infalivelmente. Depois, há os que têm consciência de que a Bíblia está repleta de erros e contradições, tal como seria de se esperar de um documento escrito e copiado por centenas de mãos. Finalmente, há os que repensam a fé e a cultura dos antepassados [contemporâneos da escrita da Bíblia] e ganham uma familiaridade profunda e íntima, como quando era criança, com estas palavras escritas há muitos anos de distância”.

Uma certeza que tenho, e olha que já li um bocado de coisas a favor e desfavoráveis a Bíblia, é que ela tem uma mensagem do Criador de todo Universo – gosto de pensar nEle como uma grande asa abraçando todos os mundos dentro desses 13 bilhões de anos/luz – para essas criaturas que mesmo minúsculas fazem parte de um grande e inescrutável projeto dEle. Quantas vezes, abrindo aleatoriamente uma página das Escrituras deixo os olhos caírem sobre um versículo e encontro nele um aviso, um conselho ou uma reprimenda para o momento que estou vivendo.

Então, quando visito uma pessoa que já viveu vários verões e primaveras e nunca leu ou só leu pouquinho da Bíblia, sinto uma incontrolável pena do sujeito.


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publicado por joseadal às 12:35
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