Sexta-feira, 23 de Maio de 2014

Coisa triste não é bom lembrar, mas no livro Operação Cavalo de Troia (p. 119) descreve a condição das mulheres judias – e de outros povos também – que faz uma mulher de hoje ficar horrorizada e ter ainda mais prevenção contra os homens do que já tem.

“O Nazareno tinha consciência da deprimente situação social da mulher e propunha-se melhorá-la. Nos estudos que tinham precedido a escrita de Operação Cavalo de Tróia, eu tivera a oportunidade de verificar que, na quase totalidade do Oriente - e Israel não era exceção - o papel da mulher na vida pública e social era nulo. Porém, os textos e documentos que eu manipulara na minha preparação estavam muito distantes da realidade. O desprezo dos homens pelas suas companheiras bradava aos céus. Quando a mulher judia, por exemplo, saía de casa - pouco importava para quê - tinha de levar a cara coberta, deste modo não se podiam ver os traços do rosto".

"Entre os Hebreus contava-se o sucedido com um sacerdote importante de Jerusalém que não chegou a conhecer a própria esposa [ela estava sempre velada, mesmo para o marido], ao aplicar-lhe a sentença prescrita para a mulher suspeita de adultério, o apedrejamento. A mulher que saísse do seu lar sem levar a cabeça coberta ofendia a tal ponto os bons costumes que o seu marido tinha direito e - segundo os doutores da lei - até o dever de repudiá-la sem ser obrigado a pagar-lhe a soma estipulada em caso de divórcio. Havia mulheres tão rigorosas que nem em sua própria casa se descobriam. A situação da mulher na casa não se via modificada, em relação a conduta pública. As filhas, por exemplo, deviam ceder sempre os primeiros lugares e - até a passagem nas portas - aos rmoços [as meninas de hoje dizem que os rapazes de agora estão voltando a esse mesmo comportamento]. A sua instrução limitava-se estritamente aos trabalhos domésticos, bem como o coser e o tecer. Segundo este código social, as filhas não tinham direito a possuir absolutamente nada, nem o pagamento do seu trabalho fora de casa. Tudo era do pai. A filha - até à idade de doze anos e meio - não podia recusar um casamento imposto por seu pai. Chegou a dar-se o caso de serem casadas com homens disformes”. Em outro livro que estou lendo, A Religião de Jesus, o Judeu, diz que essas informações, não mencionadas na Bíblia, são tiradas de A História dos Hebreus (Flávio josefo) e dos livros litúrgicos judeus: Mishná, Talmude, Tosefta, Targum e Midrash.

Jesus tratava as mulheres como a iguais, as compreendia e se preocupava com elas. Para quem tem fé Ele continua tratando-as do mesmo modo.



publicado por joseadal às 13:53
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