Quarta-feira, 02 de Novembro de 2011

Ninguém que esteja lendo isto duvida da existência de Deus, o criador, o iniciador de tudo, Aquele que fez (ou é) energia e num Big Ben (ou outro começo qualquer) fez a matéria mais fundamental, um átomo de Hidrogênio, com um só elétron e um próton, desenvolveu a vida (um mistério que torna átomos e moléculas neste mundo e outras substância em outros universos, em seres vivos) e gerou miríades e miríades de filhos. 

Uns poucos sabem que o Logos, um poderoso Ser que "estava no princípio com Deus e era Deus" e que "habitou entre nós e não Lhe demos reconhecimento", organizou e desenvolveu a matéria em átomos de mais de uma centena de elétrons e com um núcleo pesado de prótons e nêutrons e deveria ser considerado como Senhor por todos nós.

Mas só um ou outro percebe que o Logos cercou-se de seres poderosos que receberam a missão de executar o plano divino para o universo de matéria. Um coordenou a movimentação centrífuga dos gases formando os corpos celestes e com a mistura certa dos elementos produziu as rochas e os diversas e complexos minerais, este é o Senhor dos metais. Outro formou as águas misturando átomos de oxigênio e hidrogênio num equílibrio trilangular maravilhoso e fez os oceanos, é o Senhor dos mares. Mais outro cuidou do clima tornando-o apropriado para a vida, é o Senhor da atmosfera. Ainda outro plantou a vida vegetal e a equilibrou com infinitos microorganismos vivos, é o Senhor das florestas. E por aí afora.

Mas quando, com a orientação de toda esta orquestra de poderosos dirigidos pelo Criador desenvolveu-se o ser humano e este se multiplicou e se tornou muitos - desde 31/10/2011 chegou a 7 bilhões - egoistamente vem agredindo todo o trabalho que o precedeu e lançou as bases para estar aqui. É como o cara que subiu numa árvore, sentou num galho bem alto e começou a serrar a junção do galho com a árvore e vai se estabacar lá embaixo. A natureza vai nos repreender, nos castigar e ferir. E quando falamos de natureza nos referimos à todas as leis que regem a matéria e aos seres superiores que administram tudo isto.

 

Disse estas coisas a propósito de uma foto tirada por Édson, filho do meu amigo João Bosco e das palavras de aviso que Nilson de Valença me transmitiu por seu irmão João 2010: neste ano vamos ser atingidos por elementos duros vindos dos céus. Nos países setentrionais nevascas esmagadoras e nos meridionais chuvas de granizo assustadoras. Precisamos saber viver com conforto mas bem em harmonia com o ecosistema que nos envolve, senão...


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publicado por joseadal às 12:30
Terça-feira, 01 de Novembro de 2011

"Ao homem resta viver uma só vida e depois segue o julgamento" (Hebreus 9:27).

Não adianta dizer que estas são só palavras de Paulo, um homem. Neste momento, como em muitos outros, ele estava inspirado. A única vida do homem é um mistério que requer meditação, mas é também um aviso para se aproveitá-la bem, sem perder de vista o julgamento.

No livro que estou relendo, O Verão do Lobo Vermelho, fala de um encontro de amigos que na língua antiga da Escócia, o gaélico, chama-se ceilidh:

"Os convidados formavam à primeira vista um estranho conjunto, mas, ao fim da sopa estávamos debatendo, muito felizes, uma miscelânia de assuntos. Cada qual tinha de dizer o que pensava para provar que tinha cabeça. Depois, cantamos juntos.

[uma mulher comenta] - Esquecemos a maneira de gozar a vida assim. É tudo tão simples!

[e o dono da casa diz] - Talvez seja porque enchemos a cabeça de muita coisa inútil como bens materiais, lucros, impostos, ao mesmo tempo em que temos todos os vendedores do planeta, a todas as horas do dia, gritando que precisamos ter seus produtos.

[uma doutora é enfática] - Mas não podemos continuar a viver assim. Metade das pessoas que vão me procurar no consultório sofrem apenas de desgosto com o mundo.

[e o homem que está interessado nela e que narra a história, pergunta] - E o que você receita a elas?

[ela confessa] - Dou-lhes um pouco de atenção e amor, mas meu estoque não dá para todos, e assim recorro aos tranquilizantes.

[o dono da casa pontifica] - Nas cidades somos forçados a competir".      

Oh, meu Deus! Não necessitamos de tanta coisa e ser obrigado a pagar por elas e trabalhar sem parar para poder pagá-las. Esta vida precisa é ter mais encontro de amigos!            



publicado por joseadal às 21:43
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