Quarta-feira, 17 de Julho de 2013

Refiro-me ao que aconteceu em Delfos, na Grécia. O livro Mitologia Grega volume 2, diz (p.95): “Múltiplas escavações revelaram que por volta de 1.400 a.C, na época micênica, Delfos era um pobre vilarejo e seus habitantes veneravam uma deusa muito antiga. Suas estatuetas femininas de terracota aparecem até extratos de 1.100 anos a.C e são substituídas por estatuetas masculinas feitas em bronze”.

Em Delfos tem uma caverna que desde tempos imemoriais os humanos diziam que era habitada por uma deusa e sua serpente. Mas então, o lugar aumentado, o povo passou a adorar um deus varão. “Foi na época geométrica, a partir de 1.090 a.C que Apolo começou a ser adorado em Delfos. Buscando desbarbarizar velhos hábitos os sacerdotes pregavam a busca da sabedoria, o equilíbrio no comportamento e a moderação. Ensinavam a máxima: conhece-te  a ti mesmo. Outro mérito importante foi a erradicação da lei do talião: olho por olho. Em substituição foram fundados tribunais para implantar a justiça”.

Os ensinamentos eram revelados por meio de oráculos do deus Apolo: “Os sacerdotes gritavam perguntas para dentro da caverna escura. Lá ao fundo uma pitonisa em êxtase, balbuciava, em transe, respostas que eram registradas”.

A procura por ajuda não era só para obter respostas para questões da vida, mas foi construído ali um grande hospital que durou até o século IV, Epidauro. Neste lugar reverenciavam como deus um antigo médico, Asclépio, que muitos estudiosos dizem ter sido o egípcio Imotep (p.92). “Com o correr do tempo as curas por meio de ervas e as cirurgias atrairam doentes de muitas nações. Epidauro era mais do que hospital, tinha: ginásio para exercícios físicos, um teatro construído pelo arquiteto Policleto, uma grande biblioteca e escola de diversas artes.

O poeta latino Juvenal diz em um de seus poemas sobre o principal ensinamento dali: o que se deve pedir é que haja uma mente sã num corpo são”.     



publicado por joseadal às 19:53

Um livro pode ser filosófico, só um romance ou teológico. Em Renovados pelo Espírito Santo, um escritor que assina como padre Leo, nos faz refletir sobre esse adjetivo: “Renovar-se não é estar em busca de novidades nem significa que nunca se está satisfeito. Restaurar é descobrir o modelo original”.

Certa vez, em que pedalei por terras de Valença, vi uma catedral imensa num arraial perdido e visitando deslumbrado o interior da imensa construção estragada pelo tempo vi uma experiência de restauração. Era parte de um projeto que contaria com apoio financeiro de algumas grandes empresas, mas que gorou por causa da crise financeira.

Na restauração o perito vi tirando as camadas de tintas que foram cobrindo o trabalho original até que a peça retorne ao que era no começo. O Espírito Santo é o magnífico perito que vai tirando todas as camadas impróprias que foram se apegando a nossa personalidade até encontrar o primeiro homem. O livro diz: “Para restaurar uma obra de arte é preciso conhecer profundamente o artista que realizou o trabalho. Jesus é o único ser que viveu entre nós que conhece intimamente o Pai, o grande artista, o Criador. Quando, pelo poder do Espírito Santo vamos deixando cair as camadas de pecado que se acumularam em nós, surge a imagem daquele que nos criou”.

São vários os motivos que fazem ser pespegados em nós erros sobre erros. Naquela bela catedral de São José das Três Ilhas, as razões de terem se acumulado camadas feias de tinta sobre o trabalho original foram: falta de dinheiro, pintores sem técnica e a pressa que é inimiga da perfeição. No nosso caso um terrível profissional borrou a obra primeva por um motivo muito iníquo: “O encardido entra em nossa vida para nos deformar. Ele não suporta Deus, o Pai, e sua maior raiva é ver em alguém a imagem e semelhança de Deus”.

Será que estou tão coberto de erros que não pareço mais nada com o Pai?   



publicado por joseadal às 02:45
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