Quarta-feira, 26 de Março de 2014

As emoções, poderosas forças do inconsciente, sentidas como se doessem no coração, levam homens e mulheres a atitudes que marcam pra vida toda. Assim, os jovens designam meninas que em saem com um e outro como cachorras, esquecendo que eles também estão passando pela mesma fase. No livro Mitologia Grega vol II, discutindo o mito de Psiqué, explica o drama em que a moça se meteu quando teve de separar num monte de grãos: feijão, milho, lentilha e grão-de-bico (p.236): “Diga-se logo que o mesmo simboliza ‘uma mistura uróbica masculina’, quer dizer a típica promiscuidade que Johann Jakob Bachofen (1815-1887), historiador e filósofo suíço,  designou como ‘estágio pantanoso da vida’.

Formigas vem ajudar Psiqué a separar ‘o joio do trigo’ em sua existência. Elas são, segundo Erich Neumann (1905-1960), psicólogo e filósofo alemão, ‘símbolo dos instintos’.

Psiqué opõe à promiscuidade de Afrodite um princípio ordenador instintivo. Enquanto a deusa do Amor se atém a empurrar os humanos para a promiscuidade para manter a fertilidade, seu principal propósito, Psiqué possui em si um princípio inconsciente que lhe permite selecionar, peneirar  e encontrar seu próprio caminho em meio a confusão masculina”.  

É também verdade que o orientar, função primeira dos pais – se é que eles já passaram pela fase pantanosa da promiscuidade – pode ajudar os jovens a passar por essa fase evolutiva da personalidade sem se ferirem muito.  



publicado por joseadal às 12:03

Imersos num mundo tridimensional, que se autodenomina material, não vemos tudo. Só os místicos se dão conta do que se passa em um plano diferente do nosso. João, o apóstolo mais jovem e o último a deixar a Terra, foi um dos que viram uma coisa assombrosa, o Apocalipse. No livro O Banquete do Cordeiro, do teólogo Scott Hahn, a Revelação feita a João é vista como um grande julgamento e diz (p.95): “As gerações modernas rejeitam os julgamentos do Apocalipse por considera-los irreconciliáveis com a ideia de um Deus misericordioso. Contudo, a justiça de Deus aparece na Bíblia toda e é parte integrante dessa Revelação. Negar o castigo divino é fazer Deus menos do que Ele é”.

Vivendo uma existência cheia de desafios, sofrimentos e prazeres não nos damos conta de que somos réus numa imensa sala de tribunal. A acusação é grave: eu e você não respeitamos o contrato, a aliança, feita com o Criador de tudo. As testemunhas de acusação não são moleza não. São nada mais nada menos que os anjos que tudo veem – (Apocalipse 10:5-6) “E o anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu, e jurou por aquele que vive para todo o sempre” e tendo jurado dizer a verdade não pode relatar só o que temos feito de bom –, os demônios que contam com prazer as tantas vezes que nos levaram a pecar – “o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite” (Apocalipse 12:10) – e Moisés (quem nos deu as leis que tantas vezes transgredimos) e Elias (representando todos os profetas que nos avisaram que devemos ser vigilantes).

 

Ficamos envolvidos com tantas preocupações, mas a que devia nos preocupar mesmo é vivermos de um modo a não sermos dignos de receber o cobiçado convite (Apocalipse 12:10) : “Bem aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro”.



publicado por joseadal às 01:35
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