Terça-feira, 08 de Fevereiro de 2011

Aprender o valor do ócio foi uma das recomendações de Aristóteles no livro A Política.

A Grécia vivia uma época de ouro no século 4 a.C. Com 5 escravos para cada cidadão o serviço bruto era feito por aqueles e assim os gregos podiam viver de filosofar e gozar a vida. O mestre insistia em que se devia aproveitar o tempo de folga para estudar. Uma de suas sugestões era fazer do conhecimento de Música uma matéria obrigatória nos estudos da ciência Política. "É preciso desempenhar uma atividade e combater com determinação, porém mais ainda é ficar no ócio fazendo coisas úteis e belas. Consequentemente deve-se educar os homens, tanto quando são jovens como depois já adultos para saber viver plenamente".

Tenho um amigo que trabalha muito. Às vezes, para cumprir uma entrega entra pela noite adentro. Mas não é um perseguidor implacável do ganho. Na casa que está construindo em um sítio, onde também pega no pesado, gosta de se sentar e ficar longo tempo conversando. Algumas grandes empresas aprenderam o valor de conceder tempo livre, durante o horário do trabalho, aos funcionários. Perceberam que depois eles têm um desempenho melhor. Durante o ócio a mente trabalha mais livre, sem uma visão delimitada pelo trabalho, e consegue ver soluções e resolver problemas.

- Viva a vagabundagem!

- Olha, não é bem assim.


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publicado por joseadal às 22:10
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